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Caros amigos do Barracão
Teatro!!!
É com um enorme prazer que
informamos que a partir de março, no Barracão Teatro, teremos a presença
de Luiz Fuganti, arquiteto, filósofo auto didata que tem como base de
sua teoria e prática, o pensamento de Gilles Deleuse, Felix Guattari,
Nietzsche e Spinoza. Tem atuado junto a projetos artísticos e
contribuído para o pensamento da função da arte junto aos operários
desta, os artistas. Participou conosco de duas palestras para a
Redemoinho Regional Campinas, o ano passado. Sua presença se dará
através do curso:
A ARTE E O PROBLEMA DA EXPRESSÃO
por Luiz Fuganti
Duração: março a junho de 2006
Data de início: 13 de Março
Quando: segundas, sempre às 20h
Valor: 5 cheques pré-datados no valor de 160 reais cada (16 aulas)
Local: Barracão Teatro, à Rua Eduardo Modesto, 128 - Barão Geraldo -
Campinas - SP
Inscrições: de 20/02 à 10/03
Informações: (19) 3289 4275, (19) 9639 4136 com Joice, Esio ou Tiche.
PROGRAMAÇÃO GERAL DO CURSO
Afetos, perceptos e conceptos.
Diferenciais constituintes da ciência, da arte e do pensamento.
A arte como modo superior da vida: estética e liberdade.
O modo de vida como obra de arte ou a ética como estética.
O problema da expressão e o combate contra a representação.
A representação orgânica e as capturas do desejo: a arte sob o jugo
moral.
Os três estandartes da representação: contemplação, reflexão,
comunicação.
Regimes de signo e capturas do sentido: o imaginário subjugado como
instrumento da moral e do poder.
A destituição do juízo e o acesso ao plano expressivo das potências
intensivas do corpo.
Arte nômade x artifícios sedentários.
A linguagem como veículo, nau do sentido: significante x topos do desejo
- cárcere ou viagem?
O ator e a mímica: máscara x personagem.
Mínimo de espessura no presente e máximo de expressão e intensidade no
acontecimento.
O figurativo x o fulgural.
O signo-ícone x o signo sinal: potência do simulacro.
O real como linha abstrata virtual x o abstrato do nada.
O real como ato de passagem e a transformação incorporal que se atribui
ao corpo.
Acontecimento x instante: tempo imaginário e tempo real - eterno
retorno.
O devir como passagem ou realidade do movimento em ato x falsificação do
movimento ou usurpação da passagem.
O informal e a forma.
Conteúdo e expressão.
Quantidades materiais intensivas e qualidades expressivas.
O ato necessário e o duplo no acontecimento - palavra de ordem/sentença
de morte x liberação da potência/linha de fuga.
O personagem como máscara e não como eu ou outro.
O duplo, a repetição e a diferença: mínimo de espessura do tempo
presente e máximo de intensidade e expressividade no acontecimento: a
natureza coma matéria intensa e exprimível.
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