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Vizinhos
conseguem fechar uma famosa república de estudantes barulhentos
na Cidade Universitária:
Esta
era uma república de estudantes famosa pelas festas e farras. Localizada na Rua Dr. Shigeo Mori
foi motivo de muitos transtornos para os vizinhos
por mais de 5 anos. Quando foi aberto processo pedindo indenização, o
proprietário (que mora no Rio de Janeiro) e a imobiliária, fecharam a
república em 4 meses.
Devemos ressaltar o espírito comunitário e o empenho dos
vizinhos. Após várias reuniões, reclamações na Delegacia de Polícia,
conversas com os estudantes, com o proprietário e com a imobiliária sem
resultados, os visinhos abriram processo judicial pedindo indenização e resolveram o
problema.
Histórico desta república de estudantes:
Inicialmente a residência foi alugada para moças estudantes. Na ocasião,
o Barão em Foco participou de algumas reuniões com os vizinhos. Segundo
os moradores, com as moças a situação era pior do que com os meninos
que foram morar lá depois, em número de 11.
No período das moças, as festas entravam nas madrugadas em dias úteis
da semana, até às 5 horas da manhã. O ruído era de muita farra,
geralmente bêbadas (ou parecido), dando gargalhadas de madrugada, e isto
durante a semana. Devido às denúncias dos
vizinhos, as moças foram chamadas na Delegacia de Polícia, os pais
delas foram comunicados e logo as meninas foram embora.
Pelo menos
neste caso, informar os pais das moças sobre o que elas estavam fazendo,
resolveu o problema imediatamente, mas logo em seguida, a residência foi
alugada para outros estudantes, desta vez, meninos. Aparentemente, pais
de meninos aprovam que eles façam farras, diferentemente quando são
meninas, pois mesmo informados, não fizeram nada.
Com os
meninos, as festas começavam no almoço e terminavam
às 22:00h. Vinham mais pessoas do que nas festas das meninas, os
banheiros eram poucos e faziam xixi no muro do quintal - nos dias
seguintes o cheiro era insuportável.
Nos dias normais, sem as festas,
eles gritavam muito, batiam portas de madrugada, ficavam filosofando
alto até tarde da noite, um xingavam o outro, reclamavam dos colegas, reclamavam da vida, reclamavam de tudo,
não importava a hora, sempre aos gritos, inoportunos, chatos. Que Deus
os oriente para a vida, afirmou um vizinho, mas bem longe daqui.
Desta
experiência, afirma um morador, descobri que tenho vizinhos ótimos, que é
mais fácil conseguir cumprimento da lei se mexermos no bolso do
infrator e que atualmente, as meninas quando bebem dão gargalhadas e os
meninos gritam.
Leia mais - como proceder com as repúblicas
barulhentas |